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sábado, 10 de setembro de 2016

Resenha - O Navio das Noivas

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O Navio das Noivas
Jojo Moyes
Livro cedido pela editora
Número de páginas: 384
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★
Sinopse: Austrália, 1946. É terminada a Segunda Guerra Mundial, chega o momento de retomar a vida e apostar novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito. 
Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas. 
Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.
Com personagens únicas e uma narrativa tocante, Jojo Moyes conta uma história inesquecível que captura perfeitamente o espírito romântico e de aventura desse período da História, destacando a bravura de inúmeras mulheres que arriscaram tudo em busca de um sonho.

O Navio das Noivas é inspirado na história real vivida pela avó da autora, Betty McKee, que com 22 anos decidiu abandonar a Austrália para reencontrar o namorado Eric, um oficial da Marinha escocesa, com quem tinha convivido por apenas duas semanas. Betty viajou por quase dois meses com mais de 600 mulheres que dividiam com ela o mesmo sonho: retomar a vida e encontrar os soldados por quem eram apaixonadas antes do fim do conflito.


1964, final da segunda Guerra Mundial, Sydney, Austrália, seiscentas e cinquenta mulheres embarcam no HMS Victoria, um porta aviões da guerra, para ir ao encontro de seus maridos, na Inglaterra, os soldados ingleses pelos quais se apaixonaram no período da guerra 
Dentre elas, quatro mulheres com personalidades diferentes e fortes dividiram um pequeno quarto durante 6 semanas. Além desse batalhão de mulher, há aviões e mil homens no navio. Elas terão que aprender a conviver no espaço apertado do quarto, aceitar as diferenças uma da outra e, acima de tudo, compreender que ali todas estão atrás do mesmo objetivo: viver um grande amor!  
A capa do livro segue a mesma linha que a editora intrínseca vem adotando para os livros da Jojo. Eu gosto muito. Aliás, amei essa capa, que tem tudo a ver com a história. 
O livro é até bem grosso, são 381 páginas com letras miúdas, o que o faz ficar ainda mais extenso. A narrativa é dividida em prólogo e mais três partes, totalizando 27 capítulos. No prólogo, que é o presente, acompanhamos vó e neta na Índia em 2002 até que um acontecimento faz com que a vó conte uma história para a neta. A primeira parte, que já se passa na Austrália em 1946, quatro semanas antes do embarque, apresenta as protagonistas e dá uma situada de como elas foram selecionadas para o navio. A segunda parte do livro é o embarque e as seis semanas de viagem. Na terceira e última parte voltamos para o presente para relacionar toda a narrativa até então com o prólogo. Fica o mistério o tempo todo sobre qual das protagonistas está apresentando a história, mas fiquei feliz em acertar e em ver como a vida delas continuou após o desembarque. 


Cada capitulo traz, no início, fragmentos não ficcionais de documentos e diários das esposas e dos oficiais que estavam no navio. Tudo isso foi fruto de uma grande pesquisa da Jojo quando ela escrevia o livro. 
A narrativa é em terceira pessoa, focando um pouco em cada uma das quatro personagens principais. Além disso, no decorrer da leitura, acompanhamos a leitura de cartas que elas trocavam com a família e com os noivos. A escrita da Jojo é mais uma vez leve e fluida, mas de uma intensidade incrível. Impossível não ficar imersa na leitura. A história me marcou de uma maneira que fiquei com uma pequena ressaca literária. Mesmo dias depois do término da leitura, aquela sensação - estou vivendo a história - não saia de mim. 
Nunca tinha parado para pensar nesse lance de casamento durante a guerra. E não é que faz sentido!? Os soldados ficam meses em países distantes do seu lugar de origem, convivendo com as pessoas desse novo lugar. Nada mais normal que a paixão surgir entre esses soldados e as moças das cidades onde eles se encontravam.   
Seis semanas dentro de um navio com quase duas mil pessoas. Um dos maiores problemas a bordo era manter distante uns dos outros, homens e mulheres, afinal elas já eram casadas e muitos dos homens do navio também. Atividades de entretenimento, palestras sobre a vida de casada, além de um concurso de beleza eram disponibilizados para tornar a viagem mais divertida e não deixar as noivas sem nada para fazer. A comunicação com as famílias e com os maridos era restrita, feita através de cartas. Impossível não se imaginar naquela situação.
Gente, que personagens incríveis essa mulher criou. Amei as quatro protagonistas, além das personagens secundárias. Jojo consegue explorar muito bem todos os tipos de características, colocando em cada noiva personalidades muito particulares. 


Avice tem 21 anos, é filha do maior fabricante de rádio de Melbourne. Uma mimada e egoísta cheia de caprichos e preconceitos. Senti raiva dela em alguns momentos e, em outros, pena. Jean, tem 16 anos, vem de uma família humilde, não sabe ler e sofre por não ter recebido muito amor de sua mãe. Muito infantil para idade, não vê maldade em sua volta e só pensa em se divertir, além disso não tem “papas na língua”, fala mais do que deve e por isso muitas vezes magoa as pessoas. Dá muita vontade de dar uma sacudida nela e dizer: menina para com isso! Margaret, a grávida mais querida desse mundo, sente-se culpada por ter deixado toda sua vida na fazenda e sua família para trás. É a mais sociável, simpática, querida e alegre de todas. Seu amor pelo marido é uma graça!
Frances é enfermeira de guerra. Fala pouco e parece guardar segredos, porém é muito prestativa, ágil e batalhadora. Quanto mais eu ficava sabendo sobre seu passado, mais eu gostava dela. Tudo que ela deseja é um recomeço e acredita que na Inglaterra terá a chance de viver a vida longe dos pesadelos do passado. 
Outros personagens encantam, como o Comandante Highfield, que não sabe como levar a vida fora de um navio, e o fuzileiro naval Henry Nicol, que está passando por um momento difícil com seu divórcio. 
Não chorei com a leitura, mas passei por momentos de tensão e de choque! 
Livro lindo, incrível e encantador. Recomendadíssimo!! 

terça-feira, 26 de julho de 2016

Resenha - Cidade dos Etéreos


Cidade dos Etéreos
Cidade dos Etéreos 
Ransom Riggs
Livro cedido pela editora
Número de páginas: 384
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★
Sinopse: Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.

Cidade dos Etéreos é o segundo livro da trilogia O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. O terceiro volume da série Biblioteca de Almas, chega às livrarias dia 19 de agosto e, assim como Cidade dos etéreos, terá capa dura, sobrecapa e páginas coloridas. Além disso, em setembro, a Intrínseca publica também Contos peculiares, coleção inédita de contos de fadas relacionados à série.


sábado, 23 de julho de 2016

Resenha - O Árabe do Futuro

O árabe do futuro
O Árabe do Futuro
Riad Sattouf
Livro cedido pela editora
Número de páginas: 160
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★
Sinopse: Nascido na França em 1978, filho de pai sírio e mãe bretã, Riad Sattouf viveu uma infância peculiar. Ele tinha apenas três anos quando o pai recebeu um convite para lecionar em uma universidade da Líbia. Em Trípoli, o menino entrou em contato com uma cultura completamente distinta e precisou superar o estranhamento diante de novos costumes — experiência que se repetiria pouco depois na Síria, quando o pai foi trabalhar lá.
Com o olhar inocente de uma criança, Riad oferece um importante relato sobre os contrastes entre a vida plácida na França socialista de Mitterrand e os regimes autoritários na Líbia de Kadafi e na Síria de Hafez al-Assad. A partir de suas próprias lembranças e sensações, o autor descreve como foi adaptar-se a realidades tão díspares e mostra detalhes de sua vida em família e da relação com outras crianças.
O árabe do futuro é um relato literário pleno em forma de graphic novel: com traço simples e narrativa fluida e descontraída, Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural.

Estava muito curiosa quanto a leitura dessa graphic novel, admito que sou meio novata nesse mundo de graphics por isso estou super disposta a ler todas as que conseguir. Mas essa me chamou a atenção por ter esse foco em personagens de descendência árabe. Havia lido a pouco tempo a graphic iraniana Persepólis e gostei muito, por se tratar também de uma autobiografia em formato de novela gráfica "O árabe do futuro" entrou na minha lista de desejados, e tenho que dizer que conseguiu atingir minhas expectativas. Vamos a resenha?


Como já disse antes, O Árabe do Futuro é uma graphic novel biográfica, ela acompanha os primeiros anos de Riad Sattouf. Nascido na França filho de uma mãe francesa nascida na Bretanha e de um pai árabe imigrante de uma pequena aldeia síria, Riad possui caracteristicas físicas muito diferentes daquelas da familia de seu pai, Abdel-Razak Sattouf, seus cabelos encaracolados e loiros são motivos constantes de adulações e carinhos por parte de todos os adultos que encontra. Essa é uma graphic biográfica, com foco no próprio Riad, mas a história desse primeiro volume é quase inteiramente voltada para seu pai, Abdel. Riad como todo menino vê em seu pai um grande herói e com isso vamos acompanhando toda a ideologia e as crenças que Abdel passa para Riad.
Na graphic acompanhamos todos os momentos da vida de Riad, inclusive aqueles em que ele ainda não estava presente, como a maneira como seus pais se conheceram e como vieram a ficar juntos. Todos os momentos da história são regados de ironia e muitas situações cômicas são apresentadas ao leitor. Ao longo da infância de Riad a familia se desloca entre França, Líbia e Síria sempre motivados pela vontade de seu pai de manter a familia ligada a cultura e aos costumes sírios e por suas opiniões politicas. Abdel acredita numa nova forma de ser árabe, é contra o forte fanatismo e a favor da educação e do avanço do povo muçulmano na modernidade, mas obviamente carrega consigo muito preconceitos e caracteristicas culturais questionáveis para nós ocidentais. 




O mais interessante neste primeiro volume é a maneira como o olhar infantil de Riad reage as situações tensas e muitas vezes hostis em que ele e a familia são colocados quando inseridos no ambiente Sírio. Seu pai possui vários momentos de hipocrisia e propaga muitas vezes discursos questionáveis mas ainda assim através dos olhos do autor e da inocência infantil conseguimos enxergar esses momentos mais de maneira cômica, como chacota, do que de maneira ofensiva.
A maneira como o quadrinista utiliza as cores ao longo da graphic também é bastante interessante. Com a paleta quase monocromática ele acompanha as cores das bandeiras dos locais para onde a familia se desloca e escolhe uma delas para elencar os capítulos onde os personagens se encontram. Os traços são simples porém claros, o foco é total na história desenvolvida, não dando espaço para páginas com ilustrações muito elaboradas.


Essa é uma graphic que em alguns momentos pode trazer indignação ao leitor, mas a forma como o autor traz o humor consegue fazer com que entendamos que são fatores culturais que causam essa estranheza. Riad Sattouf é ex-colaborador do controverso jornal francês Charlie Hebdo e tem em sua bagagem o humor acido e irônico que percebemos ao longo de "O Árabe do Futuro". A Intrínseca deu um tiro certeiro ao trazer a obra para o Brasil e espero em breve ter a oportunidade de ler os demais volumes dessa história.

domingo, 17 de abril de 2016

Review - Diário Extraordinário

Diário extraordinário
Diário Extraordinário
R. J. Palacio
Livro cedido pela editora
Número de páginas: 168
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★
Sinopse: Diário extraordinário é um convite a encontrarmos o escritor que existe em cada um de nós – um caderno pautado e ilustrado, com frases inspiradoras e espaço de sobra para colocarmos no papel tudo o que vier à cabeça.
Assim como em 365 dias extraordinários, R. J. Palacio recorre a seus romances e contos anteriores para pinçar dos textos o melhor de cada personagem, e combina essas máximas com aforismos de grandes nomes do pensamento mundial, como Rousseau, Pascal e o Dalai Lama. Tudo isso com o intuito de oferecer inspiração para que o leitor encontre a própria voz, preenchendo as páginas com seus pensamentos, ideias, planos e recordações especiais.
Enquanto registra seus momentos no diário, talvez o novo escritor se depare com Charlotte lembrando-o de que “um sonho é como um desenho em sua mente que vai ganhando vida”, ou talvez Anne Frank lhe diga que “ninguém precisa esperar um momento específico para melhorar o mundo” e Julian lhe dê o empurrãozinho que faltava, argumentando que “nunca é tarde para recomeçar”. Porque, como diz Auggie, “todas as pessoas do mundo tinham que ser aplaudidas de pé pelo menos uma vez na vida”. O Diário extraordinário pode ser um primeiro passo em direção a isso.

Hoje vim mostrar para vocês o Diário Extraordinário, é importante ressaltar que esse não é um livro de literatura, ele é de fato o que diz o nome, um diário, diário esse maravilhoso recheado de desenhos e frases inspiradoras do livro Extraordinário!



Eu imagino que todo mundo aqui já conheça a história de Auggie de "Extraordinário", para quem não conhece indico que vá ler esse livro agora, por que ele tem uma mensagem muito bonita sobre amizade e respeito as diferenças.
Eu adoro tudo que tem a ver com o universo de Extraordinário pois esse foi um livro que tocou meu coraçãozinho de leitora. Então como vocês podem ver, além do livro principal também existe o 365 dias extraordinários, que já foi resenhado aqui no blog, também foi lançado um livro de contos, que ainda não tenho e por isso sofro. E agora foi lançado o Diário Extraordinário para inspirar os leitores que querem escrever.



Esse review vai ter muita foto por que o livro é lindo demais e merece ser mostrado. Esse diário é bem o que diz o nome, um caderno com pautas para que o leitor possa transbordar seus sentimentos. Obviamente em grande estilo. O Diário possui uma diagramação maravilhosa e conta com ilustrações no canto das páginas e frases do livro Extraordinário super inspiradoras!





Além da diagramação linda ele possui capa dura e fitinha colorida para marcar a pagina <3 Tem todo um capricho que dá gosto da gente ter ele em mãos. As cores ficaram linda e tudo é super inspirador, já estou louca para começar a escrever logo no meu!






Eu espero que vocês também tenham amado por que eu totalmente pirei com esse diário! Já é meu novo xodó! <3
PS: Não consegui me segurar e postei quase todas as fotos que tirei. HAHAHAH

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Resenha - Sonhos Partidos

Sonhos Partidos
M. O. Walsh
Livro cedido pela editora
Número de páginas: 256
Editora: Intrínseca
Classificação: ★
Sinopse: Uma narrativa sobre os mais universais dos sentimentos e sobre como a memória pode criar e preencher as lacunas.
Baton Rouge, capital do estado da Louisiana, nos Estados Unidos, é uma cidade conhecida por seus churrascos no jardim, tardes quentes de verão, barris de cerveja gelada e muitos fãs de futebol americano. Mas no verão de 1989, quando Lindy Simpson, uma das garotas mais bonitas do bairro e estrela das pistas de corrida, é estuprada perto de casa, fica claro que os subúrbios bucólicos de Baton Rouge também têm um lado obscuro.
Para uma vizinhança tão pequena, os suspeitos do crime são muitos. Entre eles o narrador da história, um adolescente obcecado por Lindy que mora na casa em frente à da garota. E é por meio de suas lembranças que somos levados a entender como términos de relacionamentos, culpa e amor podem transformar a vida de maneiras irreversíveis.
Combinando o encantamento da infância com a história de um crime violento, em uma prosa perturbadoramente bela, M. O. Walsh analisa os momentos do passado que afetam de forma mais profunda a vida adulta. Uma estreia excepcional que combina suspense com reflexões filosóficas sobre memória, humanidade e verdade.
Sim, é isso mesmo que você está vendo, dei uma estrela para o livro. Isso quer dizer que essa será uma daquelas resenhas difíceis de escrever, por que eu realmente não gostei dessa obra. Desde o começo quero deixar bem claro que essa é minha opinião, e que você e eu podemos pensar diferente. Ou seja, mesmo que eu não tenha curtido a narrativa pode ser que para ti seja uma boa leitura. Mas não vou ficar tentando me justificar, vamos logo a resenha! 
Nesse livro acompanhamos as lembranças de um homem acerca de sua vida em Beaton Rouge, a cidade onde nasceu e foi criado. Algo muito marcante acontece na vizinhança do nosso narrador. Uma menina chamada Lindy, que é bonita, inteligente e uma esportista nata é estuprada em meio a vizinhança, e ninguém tem conhecimento da pessoa que cometeu o crime, nem mesmo Lindy consegue dizer quem foi o estuprador. E é em meio a esse drama que se desenvolve essa narrativa. Em um bairro pacifico, cheio de pessoas "de bem" onde não se espera que nada de ruim aconteça, algo tão horrível vem a tona. Ao longo da narrativa diferentes suspeitos são apresentados e autor tenta a todo momento nos deixar confusos apresentando alguns possíveis culpados e descartando outros.
A narrativa é contada em forma de confissão, onde o narrador vai transbordando nas páginas toda a sua história e as suas lembranças. Já no inicio do livro nós descobrimos que ele nutre uma intensa "paixão" pela personagem vindo a integrar o hall de suspeitos do crime. Fica claro que nosso autor não é muito confiável, já que ele pode estar manipulando os acontecimentos.


Eu já sabia que o livro não seria leve, eu esperava algo cru, mas não esperava o que o livro me trouxe. Pelo ato do estupro em si ser algo tão horrível e ser um grande gatilho emocional para muitas mulheres (Acredito que esse seja um medo em comum que todas nutrimos no nosso interior.) penso que esse tema não deva ser tratado de maneira leviana. O que mais me incomodou em toda a narrativa foi um personagem masculino falando sobre como o estupro da menina Lindy afetou a vida dele. O narrador nos conta sobre a sua paixão, mas só fica claro que essa "paixão" beira a loucura e a obsessão. Todos os personagens masculinos do livro são nojentos, todos eles tratam Lindy como um objeto, até mesmo nosso narrador apaixonado. Nesse livro Lindy não é uma pessoa, alguém que sofreu um trauma, é uma mulher a ser conquistada, uma coisa a ser consertada, um estudo a ser analisado. E isso não ocorre apenas com Lindy mas com todas as personagens femininas do livro, todas elas servem de alegoria para que os personagens masculinos passem por uma metamorfose. M.O. Walsh em sua narrativa usa diversos artifícios e frases que sugestionam que o seu pensamento acerca das atitudes masculinas tem justificativa apenas na masculinidade em si. É aquela coisa de "garotos agem assim por que são garotos" sabe? E isso me deixou extremamente incomodada. Li algumas frases para amigas feministas e não foi só em mim que elas causaram incômodo.
"Afinal que tipo de homem poderia ficar com uma garota que deixava um velho como ele toca-la?"
Fora a conduta duvidosa do personagem narrador, e do próprio autor, algumas coisas me incomodaram na maneira como o livro foi escrito. Esta é uma obra com grandes firulas, que não vai direto ao ponto, e isso me incomodou um pouco. Temos longos capítulos onde o autor discorre sobre algum assunto que não possui grande relevância para a história final. Ele passa o livro inteiro tentando convencer o leitor que Baton Rouge não é um lugar tão ruim assim, que os resto do país julga de maneira errada a vida deles ali, mas ao mesmo tempo só apresenta fatos que reforçam o julgamento. Poxa amigo, assim não dá para te defender né?


A história tinha tudo para ser mas não foi. O assunto é algo que chama atenção, a capa é magnifica, tanto a original quanto a nacional. Mas ao longo das páginas me vi sofrendo para terminar. Além de me sentir incomodada com a visão de mundo apresentada no livro, não consegui me prender aos personagens pois odiava todos. A unica que se escapou do ódio foi Lindy, pois dela senti pena, pois ela é vitima de abuso todos os dias, mesmo após ser vitima do maior abuso a que uma mulher pode ser submetida ela continua sendo alvo de "abusos menores", pois nela vi todas as meninas e mulheres que sofreram abuso, pois nela me vi, e sofri junto. Eu realmente espero que ninguém se sinta ofendido por essa resenha pois ela é a expressão daquilo que vi no livro, não é minha intenção ser mal educada ou destratar o autor. Apenas quero pontuar que o machismo é algo que está intrínseco na nossa vivencia e que as vezes não percebemos que a desconstrução é necessária. Diria que Walsh e eu possuímos ideologias diferentes, mas gostaria que não.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Resenha - Half Wild

Half Wild
Half Wild
Sally Green
Exemplar cedido pela editora
Número de páginas: 332
Editora: Intrínseca
Classificação: ★★★★★ 
Sinopse: Half Wild - Na Inglaterra, onde duas facções rivais de bruxos dividem espaço com os humanos, Nathan é considerado uma abominação. Além de ser um mestiço — filho de uma bruxa da Luz com um bruxo das Sombras —, seu pai, Marcus, é o bruxo mais cruel e poderoso que já existiu. Nesse mundo dividido entre mocinhos e vilões, não ter um lado é pecado. E Nathan não pode confiar em ninguém. Em Half Wild, após descobrir seu dom mágico, mesmo sem ainda conseguir controlá-lo, Nathan se une aos rebeldes da Luz e das Sombras de toda a Europa para derrubar Soul, líder tirânico do Conselho, e os caçadores, cujo domínio se espalhou para além da Inglaterra. O Conselho de bruxos da Luz continua em sua cola e não vai parar até ele ser capturado e obrigado a matar o próprio pai, cumprindo a profecia. Nathan vai precisar encontrar um modo de conviver com seu lado selvagem, descobrir quem são seus verdadeiros aliados e — principalmente — quem é seu verdadeiro amor.

Eu comecei esse livro com muitas expectativas, formadas pela leitura do primeiro livro da série Half Bad que eu gostei muito. E o Half Wild supriu tudo que eu esperava deixando claro que é uma trilogia promissora e que nos prende na leitura.
O livro se passa em várias partes da Europa, mas principalmente na Alemanha, Suíça e Pais de Gales, em um mundo onde existem bruxos da luz, das sombras, felix (não bruxos) e mestiços de bruxos com felix.
Estejam avisados que daqui para baixo contém spoilers do primeiro livro da série.




sexta-feira, 6 de junho de 2014

Post Especial #OITNB + Sorteio


Hoje teremos um post diferente, AEAEAEA, como vocês já devem ter visto a Intrínseca está lançando o livro que inspirou a série Orange Is The New Black. Então como hoje estreia no Netflix a segunda temporada da série (ATÉ QUE ENFIM!!!) todos os blogueiros parceiros foram convidados a se mobilizar para divulgar a série e o livro!
Eu oooobvio que não ia ficar de fora né? OITNB me mobilizou por, tipo, um fim de semana inteiro quando comecei a assistir! LOOOL, na realidade assinei Netflix só para assistir essa série! HAHA A história é incrível, é engraçada mas dramática ao mesmo tempo, e eu juro que não sabia que existia de fato uma Piper real, quando vi o livro e o nome da autora fiquei tipo WOOOW!


Você que nunca ouviu falar de Orange Is The New Black deve estar pensando agora, WTF? Bom, vou postar aqui em baixo um release do livro:
Quando era jovem, tudo o que Piper Kerman queria era viver novas experiências, conhecer pessoas diferentes e descobrir o que fazer com o diploma recém-adquirido da prestigiosa Smith College. Anos depois, com um bom emprego e prestes a se casar, ela recebe uma visita inesperada: a polícia. Piper estava sendo intimada para responder por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.
                A acusação era verdadeira: recém-formada, Piper teve um caso com uma traficante glamorosa que a convenceu a levar uma maleta de dinheiro para a Europa. Sua aventura pelo submundo do crime voltou à tona no dia em que a polícia bateu à porta dela. Depois de uma dolorosa odisseia pelo sistema judiciário americano, Piper é condenada a quinze meses de detenção numa penitenciária feminina no meio do nada — longe dos amigos, da família e de tudo o que ela conhecia.
                Em Orange Is the New Black, Piper apresenta casos curiosos, perturbadores, comoventes e divertidos do dia a dia no presídio. Cercada de criminosas, logo percebe que aquelas mulheres são muito mais complexas do que ela imaginava. Ao mesmo tempo que aprende a conviver com regras arbitrárias e um rigoroso código de conduta, Piper revela as alegrias e angústias das presidiárias e analisa a crueldade com que o sistema carcerário as desumaniza e faz com que sejam invisíveis ao mundo exterior.
Quando comecei a assistir a série lembro que pirei, achei muito boa, agora que sei que Piper é uma pessoa real, mesmo que seja  Kerman e não Chapman, eu fico ainda mais impressionada. A história dela é incrível, e fico muito feliz em saber que ela teve coragem de passa-la para frente! (Obrigada mossssa! <3) 

Obviamente a série não é totalmente fiel a história real que Pipper vivenciou, mas tem muita verdade ali também. A série é uma adaptação em que se acrescentam mais coisas, mais comédia. Piper aprovou a personagem e se sentiu feliz com o rumo da serie. 

Piper Kerman hoje é engajada em movimentos de reforma prisional nos EUA e do conselho da Associação de Mulheres na Prisão. Ela auxilia mulheres que passaram pela mesma situação que ela, que muitas vezes cometeram crimes leves e se viram em um mundo totalmente diferente do que elas conheciam.

Nós sabemos que cometer crimes é errado mas não tem como não se sensibilizar com as personagens da série, elas são todas mulheres reais, que poderiamos muito bem conhecer, e isso dá toda a veracidade para série.
Eu poderia ficar aqui falando sobre o quanto eu sou apaixonada pela série, tipo, para sempre, mas acho melhor me conter! rs Hoje a segunda temporada está estreiando, então se você ainda não assistiu, começa logo, se você já assiste, vem me abraçar e comentar essa série linda comigo!

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Acho(Espero) que depois de ler esse post sobre Orange Is The New Black vocês estejam com vontade de ler o livro, assim como eu estou louquinha e lerei logo, então, a Intrínseca querida que é liberou um exemplar e uma camiseta do livro para sorteio YEEEEY! 
Quer ganhar esse presentinho? É só preencher a listinha!


O PREMIO
Termos e Condições:

Lembrando pessoal que para concorrer a promoção é necessário possuir residencia nacional! 
O vencedor terá um dia para reclamar o prêmio e será avisado por e-mail, então por isso peço que cadastrem um e-mail ativo!! 
A editora será encarregada de enviar o premio ao ganhador, tenha paciência! rs 
Não serão aceitos perfis fakes. 
Entradas preenchidas mas não realizadas não serão consideradas. 
A promoção começa hoje dia 06/06 e termina no dia 07/07, não perde tempo!
O não cumprimento das regras citadas acarretará em desclassificação.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Resenha - A Mulher Silenciosa



A Mulher Silenciosa
Autor: A.S.A. Harrison
Tradução: Alexandre Raposo
Numero de Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Jodi e Todd estão juntos há 20 anos e, aparentemente, levam uma vida invejável. Todd é um empreiteiro bem-sucedido que pode bancar alguns luxos, como o enorme apartamento com uma vista deslumbrante para o lago, um Porsche (dele) e um Audi (dela) na garagem, e o estilo de vida de Jodi. Psicoterapeuta, ela atende em casa apenas dois clientes por dia, e tem tempo de sobra para as sessões de pilates, as aulas de arranjos florais, os passeios com Freud, o golden retriever do casal, e o preparo das refeições gourmet de que tanto gosta. Jodi ainda fica ansiosa ao ouvir a chave do marido abrindo a porta. Todd diz que nunca encontrará uma mulher igual a ela. Essa fachada perfeita, porém, está prestes a ruir. Todd é um adúltero incurável, e Jodi sabe disso. Ela é a esposa silenciosa, preparada para tolerar as traições do marido com o intuito de manter as aparências. Até que Todd sai de casa - para viver com uma mulher com metade da idade dela, filha de seu melhor amigo. Magoada, humilhada e, por fim, financeiramente abalada, Jodi começa a contemplar o assassinato como uma opção razoável. Contado alternadamente nas perspectivas dele e dela, 'A mulher silenciosa' é um livro sobre um casamento à beira do fim, um casal na direção da catástrofe, concessões que não podem ser feitas e promessas que não serão cumpridas. Um thriller psicológico sofisticado, que seduz o leitor desde a primeira página.
Comecei a ler A Mulher Silenciosa no dia que ele chegou na minha casa, no dia seguinte já havia terminado. Eu devorei, andava na rua com ele nas mãos tentando ler em tudo quanto era lugar, foi até engraçado. Então já vou avisando, leiam num fim de semana, ou em um dia com tempo disponível por que vocês não vão conseguir largar esse Thriller psicológico totalmente impressionante!
O livro tem a narrativa dividida entre os pontos de vista de Jodi e Todd, ele é narrado inteirinho em terceira pessoa, e mesmo assim consegue transmitir de forma crua e escrachada o perfil de cada um desses personagens cheios de defeitos e problemas pessoais.
Jodi é uma psicologa que vive feliz a vida de casada, adora cuidar do marido, no começo do livro já sabemos que a hora do jantar, o ritual de por a mesa e comer ao lado de Todd é o período do dia mais adorado pela mulher, ela almeja esse momento ao longo de todas as tarefas diárias. A vida deles é perfeita, eles possuem um bom apartamento, dinheiro suficiente para possuir uma vida confortável com algumas extravagancias, um cachorro fofo e babugento, bem aquela coisa comercial de margarina. Só que para Todd a vida não é assim tão boa, ele se sente entediado, quer filhos que Jodi coloca desde o começo do relacionamento que não deseja, ele é um adultero recorre a diferentes mulheres para suprir as necessidades que ele acredita não encontrar em sua esposa. Ao longo da narrativa os fatos vão sendo jogados na cara do leitor e é preciso atenção para conseguir ligar os pontos. Em alguns momentos eu reli alguns trechos e fiquei com aquela cara de UOOOU!
                                   
Alguns pontos me deixaram muito impressionada, por exemplo, (Isso NÃO é um SPOILER, tem até na sinopse ok? rs) Jodi sabe das traições do marido, e ela aceita isso, ela acredita que as pessoas não podem ser mudadas e que se o marido é assim ela pode aceitar isso desde que se mantenha calada e finge que nada acontece.
Todd é um sacana e só pensa em si mesmo, em nenhum momento ele realmente ama alguém, ele só se importa com as mulheres com quem se envolve a partir da premissa da maneira como elas as fazem sentir, ele gosta da elegância de Jodi, da maneira como ela é boa esposa, como ela fica bonita ao seu lado, mesmo que eles não possuam a vida que ele sonhou. O desejo dos filhos é gerado pela vontade de continuar sua linhagem, aos poucos vamos percebendo toda a mesquinhes. Ele também é facilmente manipulável por todos a sua volta. Em determinado momento do livro Jodi coloca que o marido é uma criança que não cresceu, um homem que tem grandes indícios da síndrome de Édipo;
Jodi, como vocês já perceberam é uma mulher super-fria, ela ama o marido, mas não do jeito "certo" ela é possui uma obsessividade por ele a ponto de não ligar para o que ele faz de errado, desde que ele continue ao seu lado. Obviamente, isso nunca dá certo e em determinado ponto do livro ela comete atos extremos para não perder o marido, e depois para obter vingança e salvar o próprio pescoço. 


Outro ponto interessante nesse livro é a maneira como ele aborda as relações como a família, e a maneira como os traumas de infância afetam a pessoa ao longo da vida adulta. Esse livro apresenta um pouco das abordagens psicológicas mais conhecidas e através de Jodi o leitor fica sabendo um pouco mais dessa área de psicologia e psicanalise, achei muito interessante, pois são temas com os quais não estou muito familiarizada, mas que são explicados de maneira tão simples que até mesmo uma pessoa totalmente leiga como eu consegue entender.
Eu acho que poderia escrever um artigo sobre esse livro de tanta coisa que tem para ser levantada, o silencio de Jodi, a mesquinhes de Todd, a infantilidade da amante(que eu preferi nem falar muito aqui para não estragar a leitura de ninguém com spoilers), a insensatez presente em todos os personagens é como uma cola que junta todos os fatos que se desenrolam no livro
Se ele é a próxima "A Garota Exemplar"? Eu diria que não, são Thrillers psicológicos mas cada um possui suas características e peculiaridades, até diria que A Mulher Silenciosa conseguiu juntar os pontos de maneira mais harmoniosa, mas possui menos ação do que o anteriormente citado. Jodi e Amy provavelmente poderiam ser amigas, e quando Amy armasse para Jodi, ela ficaria calada e se vingaria em silêncio, e obviamente obteria exito. 
Está ai um livro que cumpre as as promessas presentes na capa e faz jus a todas as indicações, o leitor fica fissurado do inicio ao fim, super indico para aqueles que gostam de literatura policial, psicológica e até mesmo para aqueles que adoram um suspensizinho básico, mas ó, já avisei né, cuidado que você não vai conseguir largar até chegar ao fim.

domingo, 25 de maio de 2014

Chegou na estante



Senti a necessidade de dividir com vocês meus delírios de consumo e também mostrar as coisas mimosas que as editoras parceiras mandam para o blog, então, cá estou, me comprometendo a criar mensalmente esse post!
Mês passado foi bem agitado e consegui comprar alguns livros que já queria a teeempos, e recebi um mimo super fofo da Intrínseca de boas vindas como Blog parceiro, então vamos dar uma olhadinha?

Solitária - Fuga de Furnace 2 - Alexander Gordon Smith

Esse livro é do meu namorado, mas acho que conta postar aqui, já que fica na nossa estante mesmo. AHAHA
Nossa, vocês não imaginam o parto que foi para achar, ele leu o primeiro, e logo queria comprar o segundo, mas só tinha o terceiro volume nas livrarias, LOOOL, dai quando vimos esse lá todo feliz na estante ele grudou e não conseguiu soltar!

BETA - Rachel Cohn

Quando vi a capa de Beta, fiquei OMG, sabe aquele livro que te prende já na capa? Estava em duvida entre ele e O Teste, acabei trazendo este para casa, espero não me arrepender! Quero ler assim que tenha um tempinho!

Eleanor & Park - Rainbow Rowell

 Eu já estava pirando desde o lançamento de Eleanor & Park, já havia lido Fangirl da autora, e estava toda serelepe com o lançamento nacional dela, comprei e devorei, esse furou fila, tive que ler né gente? Só tenho a dizer que a Rowell só reafirmou o que eu já sabia com esse livro, ela é uma ótima escritora, e tem um talento especial para coisas fofas!

Orgulho e Preconceito - Jane Austen


























Tenho que admitir para vocês, me encaixo naquele estereotipo das americanas malucas leitoras de Jane Austen e apaixonadas pelo Mr. Darcy, não consigo resistir aquelas costeletas! (A não ser no meu namorado quando começamos a namorar fiz ele tirar! AHAHAH Era mais algo Wolverine do que Darcy. )':) 
Eu já havia lido Orgulho e Preconceito, mas não tinha o livro fisico, essa edição bilíngue me chamou na livraria que visitei em Pelotas(Pensa numa pessoa que vai viajar e tem quem entrar em tudo quando é loja que tenha livro, oi!) estava com o preço tão bom que não resisti. Essa edição tem a capa dura e a luva.(o que não curto muito, mas comprem por que a capa também é ilustrada.) O livro é só amor! Quando chega na parte em inglês ele se divide em colunas para caber tudo no mesmo livro, achei muito bonitinho mas nada prático, porééém...

O Segredo do meu marido - Liane Moriarty


























Quando recebi o pacote da Intrínseca fui pega de surpresa, não estava esperando por nada, dai abri toda feliz! Tem coisa melhor do que ganhar presente surpresa? AHAHA A editora enviou a todos os novos parceiros, o kit do livro O Segredo do Meu Marido, que veio com um sabonetinho super cheiroso com o logo do livro, um marcador de páginas em formato de flor, que é a coisa mais amada, uma eco-bag que eu usei no mesmo dia, e uma carta com uma mensagem fofa de boas vindas! Achei muito delicado da parte da editora, são atitudes como essa que mostram o comprometimento da mesma com seus parceiros e também com seus leitores! Fico muito feliz em poder dizer que somos parceiros da Intrínseca.

Bom, no mês de abril foi isso que chegou de novo na estante, acho que esse mês vai ser bem mais probrinho, sniff, mas fazer o que né? rs 
E ai gostaram das novidades? Qual deles vocês querem resenhados aqui no blog? Conta tudo! rs
 
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